segunda-feira, 30 de maio de 2011

Índice de infestação do mosquito da dengue

A Secrearia de Saúde divulgou hoje o índice de infestação do mosquito da dengue em Maringá. Abaixo, parte da nota:

Levantamento de Índice do Aedes aegypti (Lira) coloca apenas duas regiões de Maringá com médio risco. A região dos conjuntos Champagnat, Residencial Paulino, Branca Vieira, Oásis, Pinheiros e Colina Verde o índice foi de 1,1%, com 60% dos focos localizados em resíduos sólidos, 20% em pneus e 20% em pratos de vasos.
Na sequência, também com médio risco e 1% de índice aparece a região do distrito de Iguatemi, São Domingos e Santa Terezinha, com 100% dos casos em resíduos. A primeira área de baixo risco, com 0,6% de infestação, é a região dos jardins Cidade Nova, Cidade Jardim, Real, Mandacaru, Monte Rei e Parque das Laranjeiras, e os focos também em resíduos sólidos, vasos de plantas e depósitos naturais.
Na região dos bairros Léa Leal, Morangueira e Alvorada III, a média de infestação foi de 0,5% com 50% dos focos nos resíduos sólidos e a outra metade em depósitos naturais. O mesmo índice de 0,5% foi encontrado no Jardim Alvorada, Alvorada I, Alvorada II, Ebenezer e Sumaré, com 100% dosa focos em resíduos sólidos.
Com índice de 0,4% apareceram três regiões, dos conjuntos Grevileas, Quebec, Herman Moraes de Barros e Duzentão; as áreas dos bairros Ney Braga, Montreal e Ouro Cola; e Zonas 4 e 7. Na primeira região os índices estavam em vasos de plantas, barris e tinas. Com 0,2% apareceram cinco regiões: o centro; Operária e Zona 8; Comitério e Parque da Gávea; Aeroporto, Cidade Alta e Tarumã; e o América, Liberdade, Jardim Paulista e Requião.
Com risco zero são três áreas: Zona 5, Monções, Recanto dos Magnatas e Fim da Picada; Parque Itaipu, Bomba Gato e Floriano e a região da UEM e Vila Esperança. “Destacamos a mobilização e os arrastões realizados pela UEM, uma das integrantes do Comitê”, ressaltou Nardi.
O secretário observou ainda que a maioria dos focos foram localizados em locais em condições de qualquer pessoa eliminar. Pelo menos 60% dos focos em todas as áreas vistoriadas estavam nos resíduos sólidos, seguido de vasos de plantas, barris e tinas, pneus e caixas d'água sem proteção. “Por isso é importante manter a mobilização contra o mosquito, mesmo no inverno”, disse Nardi lembrando da manutenção da campanha contra a dengue no inverno e a confirmação de casos em julho de 2009 e 2010.

Aqui, a nota completa.

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